Siga a informação.
Acompanhe um pedido desde a entrada até o encerramento. Liste os sistemas envolvidos e os momentos em que alguém copia dados entre ferramentas. Essas passagens mostram onde uma integração pode ser útil e quais equipes precisam participar da definição.
Defina a fonte de cada dado.
Antes de conectar tudo, combine onde cada informação será mantida e qual evento deve iniciar a troca. Nome, status e identificadores precisam ter o mesmo significado para os sistemas envolvidos. Uma integração também precisa prever duplicidades, falhas e tentativas de reenvio.
Automatize com visibilidade.
Comece por um fluxo de escopo limitado. Mantenha registros do que foi processado e alertas para o que precisa de atenção. O objetivo é que a equipe saiba o que aconteceu e consiga agir quando algo sair do previsto, sem depender de conferir cada sistema manualmente.
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